Aqui você encontra em notas as últimas e mais importantes notícias semanais do agronegócio nacional e internacional
Produção de fosfato recua diante das restrições no mercado global de enxofre
Restrições no fornecimento de enxofre levaram a Mosaic a reduzir a produção de fertilizantes fosfatados em diferentes unidades no Brasil, refletindo os efeitos das oscilações no mercado internacional de insumos e dos desafios logísticos associados ao cenário geopolítico. A empresa informa que a retomada das operações dependerá da normalização dos preços do enxofre, da recomposição das cadeias globais de suprimentos e da regularização das rotas marítimas. Enquanto algumas plantas permanecem paralisadas, outras operam com capacidade reduzida ou utilizam matéria-prima importada para manter atividades estratégicas. Segundo a companhia, as medidas priorizam a segurança operacional, a continuidade do abastecimento e o diálogo com trabalhadores, fornecedores, clientes e autoridades, evidenciando a relevância do enxofre para a produção de fertilizantes e seus reflexos sobre a cadeia do agronegócio brasileiro.
Inflação perde ritmo com recuo dos alimentos, mas segue acima da meta
A inflação oficial perdeu intensidade em junho, com o IPCA avançando 0,16%, abaixo dos 0,58% registrados em maio e das expectativas do mercado, segundo o IBGE. No acumulado de 12 meses, o índice atingiu 4,64%, permanecendo acima do teto da meta do Banco Central, embora em trajetória de desaceleração. O principal fator de alívio foi a queda de alimentos e bebidas, enquanto habitação exerceu a maior pressão sobre o indicador. O resultado sinaliza uma acomodação gradual dos preços ao consumidor, cenário acompanhado de perto por produtores rurais, agroindústrias e investidores, devido aos reflexos sobre custos, consumo e decisões de política monetária. Para o agronegócio, a evolução da inflação segue como variável estratégica na formação de preços, no planejamento da produção e na dinâmica do mercado interno.

do milho com classificação dos solos passando a
considerar seis níveis de disponibilidade hídrica
Novo Zarc do milho amplia precisão no planejamento das lavouras
O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para o milho grão foi atualizado com avanços técnicos que tornam mais precisa a definição das janelas de semeadura de menor risco climático nas principais regiões produtoras do Brasil. A revisão substitui o antigo modelo de classificação dos solos, baseado em três grupos, por um sistema composto por seis classes de capacidade de água disponível, variando de AD1, para baixa retenção, até AD6, para alta capacidade de armazenamento hídrico. Segundo a Embrapa, a nova metodologia considera as características físicas do solo de forma mais abrangente, permitindo uma avaliação mais fiel dos ambientes de produção. O estudo também incorpora séries históricas de 30 anos com dados ampliados de chuva, temperatura e evapotranspiração, obtidos em um número maior de estações meteorológicas. A atualização responde à crescente variabilidade climática observada nas últimas décadas, marcada por secas prolongadas e eventos de chuvas intensas, oferecendo uma base técnica mais robusta para o planejamento agrícola, o gerenciamento de riscos climáticos, a contratação de crédito rural e seguro agrícola, além de contribuir para decisões mais seguras sobre o cultivo do milho.
Projeto cria programa para ampliar o acesso a medicamentos veterinários gratuitos
O Projeto de Lei 770/26 propõe a criação do Programa Nacional de Solidariedade Veterinária, iniciativa destinada à coleta, ao reaproveitamento e à distribuição gratuita de medicamentos veterinários, vacinas e rações para animais domésticos pertencentes a famílias de baixa renda, protetores independentes e organizações não governamentais. A proposta prevê doações de pessoas físicas, clínicas veterinárias e empresas, desde que os produtos estejam dentro do prazo de validade e em condições adequadas de uso. A retirada de medicamentos dependerá de prescrição emitida por médico-veterinário, enquanto produtos vencidos deverão seguir protocolos de descarte ambientalmente seguros, reduzindo riscos de contaminação do solo e da água. Sob coordenação do Ministério da Agricultura, em parceria com os ministérios da Saúde e do Meio Ambiente, o programa busca ampliar o acesso aos cuidados veterinários, reduzir o abandono de animais por dificuldades financeiras e contribuir para o controle de zoonoses, tema de relevância para a saúde pública e a gestão ambiental. Estados e municípios poderão aderir ao sistema de forma descentralizada, enquanto a proposta segue em análise na Câmara dos Deputados antes de avançar para apreciação do Senado Federal.
NOAA eleva alerta para possível El Niño mais intenso desde 1950
A NOAA elevou para 81% a probabilidade de um El Niño muito forte entre outubro e dezembro de 2026, cenário que poderá configurar o episódio mais intenso desde o início da série histórica, em 1950. O órgão atribui a revisão ao aquecimento superior a 1°C das águas do Pacífico equatorial central e leste, condição que altera a circulação atmosférica e influencia os regimes de chuva e temperatura em diversas regiões do planeta. As projeções também indicam 97% de chance de permanência do fenômeno até meados de 2027, ampliando a atenção de produtores, gestores e mercados ligados ao agronegócio. Embora a intensidade do El Niño não determine automaticamente a ocorrência de eventos climáticos extremos, a NOAA destaca que esse quadro aumenta a probabilidade de ondas de calor, tempestades e mudanças na distribuição das chuvas, fatores com potencial para afetar o planejamento agrícola, a produtividade e a gestão de riscos climáticos.

safra recorde evidencia o avanço da olivicultura brasileira
movimentando movimenta economia e turismo rural
Brasil bate recorde histórico na produção de azeite
A produção brasileira de azeite de oliva atingiu 1,434 milhão de litros em 2026, estabelecendo um novo recorde histórico, segundo o Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva). O volume representa crescimento de 496,75% em relação à safra anterior, marcada por adversidades climáticas, e supera em 123,98% a melhor marca registrada até então, alcançada em 2023. O Rio Grande do Sul manteve a liderança nacional, com 1,17 milhão de litros produzidos, resultado sustentado por uma cadeia formada por cerca de 390 olivicultores e 31 lagares. A região da Mantiqueira aparece na sequência, seguida por Santa Catarina, Paraná e Espírito Santo. De acordo com o Ibraoliva, o desempenho reflete a evolução do manejo dos olivais, o maior conhecimento sobre a resposta das cultivares às condições climáticas e a integração entre produtores, instituições de pesquisa, iniciativa privada e poder público. Além do avanço em produtividade, a olivicultura brasileira amplia sua relevância econômica ao estimular investimentos, gerar renda e incentivar o turismo rural nas regiões produtoras. O crescimento da atividade também acompanha o reconhecimento internacional conquistado pelos azeites brasileiros, especialmente os gaúchos, premiados em importantes concursos mundiais. Esse conjunto de fatores amplia a competitividade do setor, agrega valor à produção nacional e demonstra o amadurecimento técnico da cadeia produtiva, que consolida sua presença no mercado com foco em qualidade, inovação e sustentabilidade.
Acordo abre caminho para renegociação de R$ 100 bilhões em dívidas do agronegócio
O governo federal e a Câmara dos Deputados concluíram um acordo para viabilizar a renegociação de até R$ 100 bilhões em dívidas do agronegócio, medida que será encaminhada por meio de medida provisória e destinada a produtores rurais afetados por perdas de safra, eventos climáticos e desvalorização dos produtos agrícolas. A proposta busca conciliar o apoio ao setor com os princípios de responsabilidade fiscal, permitindo a reestruturação dos débitos em prazos de até oito anos, com dois anos de carência e, em casos específicos, sem exigência de entrada. Para operações relacionadas a impactos climáticos mais severos, o prazo poderá chegar a dez anos. A iniciativa contempla produtores que registraram prejuízos mínimos de 30% e pretende restabelecer o acesso ao crédito rural, condição essencial para financiar sementes, fertilizantes, máquinas e demais insumos do Plano Safra. A renegociação será conduzida pelas instituições financeiras, incluindo o Banco do Brasil, com análise individual dos contratos. A expectativa é que a medida contribua para recuperar a capacidade de investimento dos produtores, preservar a continuidade da produção e reduzir os efeitos do endividamento sobre a cadeia do agronegócio brasileiro.
Ibama abre negociação de dívidas com descontos de até 50% para produtores rurais
Produtores rurais, microempresas e empresas de pequeno porte com débitos não tributários inscritos em dívida ativa do Ibama podem aderir a um programa de transação que oferece descontos de até 50% e parcelamento em até 60 meses. A iniciativa contempla créditos registrados no Sicafi e inscritos até 1º de junho de 2025, desde que cada débito não ultrapasse 60 salários mínimos, equivalente a R$ 97.260 em 2026. O pedido deve ser realizado até 31 de agosto, exclusivamente pela plataforma Resolve Dívidas AGU, com adesão definitiva até 30 de setembro após análise da Procuradoria-Geral Federal. Os descontos variam conforme a modalidade de pagamento e incidem sobre principal, juros, multas e encargos legais. Para o agronegócio, a medida representa uma oportunidade de regularização ambiental e financeira, permitindo que produtores reduzam passivos e ampliem a segurança jurídica de suas atividades. Embora o programa não seja exclusivo do setor rural, a iniciativa pode contribuir para a gestão dos passivos ambientais e para o planejamento empresarial de propriedades que buscam manter conformidade com a legislação ambiental vigente.

do agronegócio brasileiro como carne bovina, suco de laranja e café
EUA confirmam novo tarifaço e elevam tensão comercial com o Brasil
O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) confirmou a aplicação de tarifas de 25% sobre parte das exportações brasileiras, com base na Seção 301 da Lei de Comércio norte-americana. Apesar da abrangência da medida, produtos estratégicos da pauta exportadora, como carne bovina, café, suco de laranja, petróleo bruto e aeronaves civis, ficaram isentos da nova cobrança, enquanto etanol, máquinas e calçados passarão a enfrentar a sobretaxa. Os segmentos de aço e alumínio permanecem submetidos à alíquota de 50%. A decisão, com vigência a partir de 22 de julho, integra uma disputa comercial em que Washington questiona políticas brasileiras relacionadas ao comércio digital, sistemas de pagamento, acesso ao mercado de etanol, propriedade intelectual, tarifas preferenciais e questões ambientais. O governo norte-americano informou que a medida poderá ser revista caso as práticas apontadas sejam modificadas. Para o agronegócio brasileiro, a exclusão de importantes produtos agropecuários reduz impactos imediatos sobre as exportações aos Estados Unidos, embora o cenário exija acompanhamento permanente diante dos possíveis reflexos sobre a competitividade, os fluxos comerciais e as futuras negociações bilaterais.
Rio de Janeiro unifica secretarias para reorganizar a gestão do agronegócio
O Governo do Rio de Janeiro unificou as secretarias de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e de Desenvolvimento Regional do Interior, Pesca e Agricultura Familiar (Sedipaf) como parte da reestruturação administrativa voltada à redução de custos e ao aumento da eficiência da gestão pública. A nova pasta concentrará o planejamento e a execução de políticas para agricultura, pecuária, pesca, aquicultura, abastecimento, agricultura familiar e desenvolvimento regional, eliminando sobreposições administrativas e ampliando a integração entre os órgãos do setor. O comando ficará a cargo do médico-veterinário Ricardo Augusto Rosa Mansur, profissional com experiência em defesa sanitária animal, fomento agropecuário e assistência técnica na Emater-Rio. A reorganização busca racionalizar a estrutura administrativa e conferir maior agilidade às decisões relacionadas ao desenvolvimento do agronegócio e ao fortalecimento das políticas públicas voltadas ao meio rural.
Câmara aprova mais de R$ 1 bilhão para defesa civil e meio ambiente
A Câmara dos Deputados aprovou seis medidas provisórias que destinam mais de R$ 1,09 bilhão em créditos extraordinários para ações estratégicas nas áreas de defesa civil, agricultura familiar, assistência social, energia e meio ambiente, reforçando a resposta do poder público aos impactos provocados por eventos climáticos extremos. Os textos, que seguem para análise do Senado, preveem recursos para reconstrução de municípios atingidos por alagamentos, tempestades e tornados, recuperação de estradas, pontes e moradias, além de apoio financeiro a famílias e produtores rurais. No Paraná, os investimentos incluem reconstrução de habitações, barracões comunitários e linhas de crédito para retomada da produção agrícola, com atenção especial a mulheres e jovens do meio rural. Outra medida autoriza recursos para subsidiar a importação de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), buscando reduzir os efeitos da alta dos preços sobre as famílias brasileiras. Em Minas Gerais, Pernambuco e Paraíba, os créditos contemplam assistência a populações afetadas por desastres climáticos, ações de segurança alimentar e iniciativas voltadas à inclusão produtiva rural. Também foi aprovado reforço orçamentário para o Ibama e o ICMBio, destinado à prevenção e ao combate aos incêndios florestais, além da ampliação das atividades de fiscalização ambiental. O conjunto das medidas evidencia o avanço da agenda de adaptação aos eventos climáticos e reconhece a necessidade de integrar políticas de proteção social, recuperação produtiva, infraestrutura e conservação ambiental. Para o agronegócio, os recursos representam um instrumento relevante para reduzir prejuízos, restabelecer a capacidade produtiva das propriedades afetadas e ampliar a resiliência das cadeias agropecuárias diante da crescente frequência de eventos climáticos severos.

impactos da Moratória da Soja que volta ao centro
das discussões ambientais e do agronegócio
Sem Moratória da Soja, estudo projeta mais 1,4 milhão de hectares desmatados
Um estudo publicado na revista Science projeta que o eventual fim da Moratória da Soja poderá resultar em 1,4 milhão de hectares de desmatamento adicional na Amazônia ao longo da próxima década, volume equivalente a um aumento de 14% em relação às taxas históricas. Segundo os pesquisadores, esse cenário poderia gerar cerca de 745 milhões de toneladas de CO₂ equivalente, ampliando os desafios relacionados às mudanças climáticas e aos compromissos ambientais assumidos pelo Brasil. O trabalho também conclui que, desde sua implementação, o acordo voluntário entre empresas, governo e organizações da sociedade civil evitou aproximadamente 1,8 milhão de hectares de desmatamento em áreas suscetíveis à expansão da soja, sem identificar impactos relevantes sobre os preços recebidos pelos produtores ou distorções no mercado. A pesquisa destaca ainda a existência de 1,7 milhão de hectares já abertos e aptos ao cultivo, indicando potencial para expansão da produção sem novos avanços sobre áreas florestais. O tema ganha relevância institucional diante da retomada, em agosto, do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a legalidade da Moratória da Soja, decisão que poderá influenciar o ambiente regulatório, a cadeia da soja, os investimentos no agronegócio e as estratégias de sustentabilidade do setor.
Brasil reage às tarifas dos EUA e amplia estratégia para proteger exportações
O governo brasileiro anunciou uma série de medidas em resposta à decisão dos Estados Unidos de aplicar tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, classificando a iniciativa como incompatível com as normas do comércio internacional. Em nota oficial, o Executivo informou que recorrerá à Lei de Reciprocidade Econômica (Lei 15.122, de 11 de abril de 2025) e aos mecanismos de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC), ao mesmo tempo em que intensificará a estratégia de diversificação de mercados para reduzir a dependência de destinos específicos das exportações nacionais. Paralelamente, será ampliado o Programa Brasil Soberano, com apoio financeiro e linhas de crédito operacionalizadas pelo BNDES para empresas afetadas, além da construção de medidas em conjunto com os setores produtivos. A sobretaxa poderá atingir aproximadamente 3 mil produtos e afetar especialmente segmentos industriais, como máquinas, equipamentos elétricos, madeira, móveis, cerâmica, calçados e etanol, enquanto matérias-primas e alimentos considerados estratégicos para o mercado norte-americano permaneceram fora da cobrança. Para o agronegócio brasileiro, a manutenção da competitividade dependerá da ampliação de mercados internacionais, da adaptação das cadeias exportadoras e da continuidade das negociações bilaterais. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços indicam que a participação dos Estados Unidos nas exportações brasileiras já vem diminuindo, evidenciando um processo gradual de diversificação comercial que tende a reduzir a exposição do país a medidas unilaterais e ampliar oportunidades em outros mercados.
Senado aprova novas regras para o piso mínimo do frete rodoviário
O Senado Federal aprovou a medida provisória que atualiza as regras do piso mínimo do frete rodoviário, após negociações entre governo, parlamentares e representantes do setor de transporte de cargas. O texto aprimora a metodologia de cálculo da tabela ao incluir custos operacionais, como combustível, manutenção, pneus, seguros, tributos, salários e tempo de carga e descarga, buscando maior aderência à realidade econômica da atividade. A proposta também exclui a previsão de um piso salarial nacional para caminhoneiros de longa distância, dispositivo considerado incompatível com o ordenamento jurídico. Pela nova regra, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) poderá contar com apoio técnico da Infra S.A. na elaboração dos cálculos, que deverão ser revisados sempre que houver variação igual ou superior a 5% no preço dos combustíveis. A medida segue para sanção presidencial e tem potencial para ampliar a previsibilidade dos custos logísticos, fator relevante para a competitividade do agronegócio brasileiro.

da espécie irerê (Dendrocygna viduata)
Influenza aviária mobiliza vigilância sanitária após primeira confirmação em São Paulo em 2026
O Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA-SP) confirmou o primeiro registro de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em São Paulo em 2026, após análise de uma ave silvestre da espécie irerê (Dendrocygna viduata) resgatada em área urbana e encaminhada ao zoológico de Guaíra. Após a confirmação, a Defesa Agropecuária iniciou investigação epidemiológica, intensificou a vigilância sanitária em um raio de 10 quilômetros e inspecionou granjas próximas ao foco, além de interditar preventivamente o zoológico. A operação conta com a atuação integrada das secretarias estaduais da Saúde, Agricultura e Meio Ambiente, seguindo os protocolos nacionais de monitoramento e contenção da doença. As autoridades reforçam que o consumo de carne de aves e ovos permanece seguro, desde que os produtos sejam provenientes de estabelecimentos fiscalizados, e orientam a população a evitar contato com aves doentes ou encontradas mortas, comunicando imediatamente os serviços oficiais. O caso evidencia a importância da vigilância epidemiológica, da biosseguridade na avicultura e do monitoramento permanente das aves silvestres para preservar a sanidade animal, a produção avícola e a segurança dos mercados.