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BlogOpinião RuraltecTV – O agro e o desafio do aumento de produtividade

Agricultor com um punhado de milho escorrendo pelas mãos, atento à produtividade
Todos já sabemos e discutimos essa questão há tempos: como suprir as demandas cada vez maiores de alimentos de forma sustentável e preservando recursos planetários como solo, água, clima e biodiversidade?

O aumento populacional mundial é uma realidade incontestável e insolúvel, pelo menos até agora.

O Relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), da Organização Meteorológica Mundial (OMM) e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (ONU Meio Ambiente), analisou descobertas relevantes sobre o aquecimento global e relacionou diretamente o uso da terra e seus efeitos sobre as mudanças no clima.

Um círculo vicioso doentio
 
Segundo o relatório, solos e florestas “doentes” estimulam mudanças climáticas que são prejudiciais ao meio ambiente.
 
As emissões de gases do efeito estufa relacionadas à agricultura, florestas e outros usos do solo representam 22% do que é liberado no mundo todo.
O relatório aponta uma possível solução que seria a busca da redução de danos e a necessidade de sistemas alimentares mais sustentáveis.
 
Dentre as recomendações, está a substituição de monoculturas por terras agrícolas com variedade de culturas – dessa forma, os solos absorvem mais carbono e evitam a erosão.

Tecnologia surge como ferramenta fundamental
 
Neste cenário, a tecnologia é uma grande aliada. A automação possibilita a coleta dos dados do maquinário, documentando operações realizadas em cada ponto da lavoura e enviando os dados para armazenamento e gerenciamento, permitindo aos produtores gerenciarem e planejarem suas próximas operações de forma que elas sejam mais produtivas, otimizando e potencializando o uso da terra contribuindo desta maneira para a redução das emissões de gases do efeito estufa.
O Brasil vive a dicotomia de um país com o setor de agro entre o mais desenvolvido do mundo e a idade média da degradação, das queimadas e da irresponsabilidade ambiental.
 
Até quando seremos o “país do futuro”? Até o momento, este futuro está coberto por nuvens de fumaça, de inépcia contra os destruidores criminosos e de impunidade.

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