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Nova nuvem de gafanhotos ataca lavoura de soja no RS

Ataque de gafanhoto no noroeste do RS
Focos de gafanhotos atacando lavouras de soja foram relatados em Santo Augusto e São Valério do Sul

Registros começam a ser feitos nas localidades de Pinhalzinho e São Bento, em São Valério do Sul, e Santo Antônio e São Valentim, no interior de Santo Augusto. noroeste do Rio Grande do Sul.
 
A Inspetoria Veterinária de Santo Augusto informou que foi notificada e já acionou o Departamento de Produção Vegetal do governo do estado.
 
A notícia foi dada pela Rádio Querência e sua equipe de reportagem esteve no local, falando com dois técnicos da Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santo Augusto, base territorial em São Valério do Sul Sr. Clóvis Sequinatto, que também deu seu depoimento, afirmou que medidas urgentes precisam ser tomadas para evitar uma migração e aumento das pragas nas lavouras.
Os gafanhotos têm se alimentado de mata nativa, plantas daninhas e erva-mate e em Santo Augusto e São Valério do Sul algumas lavouras de soja  e milho já estão sofrendo com a invasão dos insetos. Diante do avanço sobre a safra recém-plantada, os agricultores pedem ajuda das autoridades para conter os insetos e amenizar as perdas.
 
Segundo técnicos, os insetos migraram para as lavouras depois de comerem folhas de árvores timbó às margens das propriedades. Eles constataram que há focos de ninfas e de gafanhotos em fase de procriação, o que só aumenta a preocupação. Cada gafanhoto pode colocar de 100 a 200 ovos e se não houver controle efetivo, a população de insetos pode triplicar.
 
Como 85% deles ainda estão na mata perto das lavouras, não é recomendável fazer uso de inseticida porque isso mataria, também, outros insetos e aves, causando problemas ambientais. Os técnicos recomendam que agricultores só apliquem produtos registrados para gafanhotos para evitar causarem mal ao meio ambiente. Até o momento os danos não são alarmantes.

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